sexta-feira, 9 de setembro de 2011

PE. HIPÓLITO CONTA A VERDADE SOBRE ROQUE PARA PE. ALBANO


A situação está crítica para Pe. Hipólito (Paulo Gracindo) que vive uma verdadeira crise ética em seu sacerdócio. Pressionado por Sinhozinho Malta (Lima Duarte) que quer a todo custo Roque (José Wilker) longe de Asa Branca, o padre não tem ninguém para falar a respeito de sua angústia.

É quando Pe. Albano (Cláudio Cavalcanti) chega e o velho sacerdote diz que precisa se confessar. Padre Hipólito conta toda a história sobre o retorno do santeiro.  

O sacerdote está numa verdadeira encruzilhada já que sabe dos direitos de Roque em querer voltar para Asa Branca, mas também entende que se ele retornar a cidade terá muitos prejuízos e muito angustiado chora ao dizer que pecou por omissão.

Não perca essas cenas no capítulo desta sexta-feira

ABC DO SANTEIRO

Passeando pela cidade, Roque vai se deparar no capítulo de hoje com um pagador de promessas que arrastou uma cruz desde Belo Horizonte para agradecer uma graça alcançada. O santeiro fica muito tocado com a cena e diz a Porcina e Sinhozinho que agora entende a extensão da história do santo Roque.

Detalhe para o fato de que esta cena lembra uma outra famosa peça de Dias Gomes - "O Pagador de Promessas". José vem pagar uma promessa a Santa Bárbara por ter salvo seu burro de morrer e acaba sendo assassinado pela polícia depois de criar muita confusão na porta da Igreja.

Roque Santeiro, novela inspirada na peça "O Berço do Herói" já tomava conta das casas dos telespectadores nos anos 80. Assista o capítulo 38 exibido nesta quinta-feira.






quinta-feira, 8 de setembro de 2011

MATILDE DESCOBRE VERDADEIRO NOME DE DUARTE


Matilde (Yoná Magalhães) deu de cara com Roque (José Wilker) na casa de Porcina (Regina Duarte) e está bastante desconfiada de toda essa estranha situação.

A dona da Pousada do Sossego resolve buscar a ficha de seu ex-hóspede e se depara com o nome completo de Sr. Duarte - Luiz Roque Duarte. Como se não bastasse, o santeiro coloca o nome de seus pais e sua origem - Asa Branca.

Matilde fica surpresa com o fato de Duarte ter nascido em Asa Branca e agora começará a desconfiar do segredo que Sinhozinho Malta (Lima Duarte) tenta guardar a sete chaves. 

Será que Matilde desvendará o mistério? Não perca em Roque Santeiro!

ABC DO SANTEIRO

Ninon (Cláudia Raia) agora está interessadíssima na história do lobisomem e até descobre um nome científico para a doença. Mas leva um baita susto quando o Professor Astromar (Ruy Rezende) entra na barbearia.

O tempo vai fechar na sacristia de Padre Hipólito (Paulo Gracindo). Na tentativa de convencer o padre que o melhor a se fazer é mandar Roque embora, Sinhozinho Malta vai ameaçar cortar os recursos da reforma da Igreja. Os dois tem uma violenta briga e o padre expulsa todos de sua Igreja. 

Roque Santeiro está cada vez mais divertida. Assista os capítulos 36 e 37 da novela.

Capítulo 36








Capítulo 37





terça-feira, 6 de setembro de 2011

SINHOZINHO MALTA VÊ TÂNIA E ROBERTO JUNTOS



Sinhozinho Malta (Lima Duarte) tem um jeito estúpido de amar. Como não queria o romance entre a filha Tânia (Lídia Brondi) e o ator Roberto Mathias (Fábio Jr.), o coronel obrigou o casal a começar um romance escondido.

Talvez Malta esteja prevendo que tem mistérios demais rondando a vida do intérprete de Roque Santeiro e por este motivo é tão precavido.

Mas o segredo de Tânia e Mathias está comprometido. Sinhozinho Malta flagra os dois se beijando na frente da Pousada do Sossego e já chega em casa batendo os cascos e chamando seu capanga Terêncio (Waldir Santanna). 

Tânia já espera que o pai faça algo contra seu namorado e afirma ao pai "Se você fizer algo contra ele, pode esquecer que sou sua filha".

Será que mesmo diante dessa ameaça Sinhozinho Malta vai fazer algo contra Roberto? Não perca as emoções de Roque Santeiro!

ABC DO SANTEIRO

A sequência de capítulos após o retorno de Roque (José Wilker) deixou ainda mais evidente a primorosa direção de Roque Santeiro. Leia editorial em Além de Asa Branca.


Assista o Capítulo 35 exibido nesta segunda-feira





ALÉM DE ASA BRANCA - ROQUE SANTEIRO E A CENSURA

Apesar de ser o caso mais conhecido, 
outras novelas também já foram “amputadas” pela censura.

Com a reprise de Roque Santeiro no canal Viva se aproximando, a curiosidade sobre a primeira versão da novela, produzida em 1975 e, censurada pelo governo militar momentos antes de sua estréia, também volta com força total. O veto foi estabelecido depois que a Delegacia de Ordem política e social (Dops) descobriu que Dias Gomes estava adaptando um texto teatral de sua autoria, escrito em 1963 “O Berço do Herói”, proibido pela censura federal. Na ocasião já havia sido gravados 36 capítulos da novela, então protagonizada por Betty Faria, Lima Duarte e Francisco Cuoco. No dia da proibição, o locutor Cid Moreira leu no Jornal Nacional, um editorial assinado pelo então presidente da Rede Globo, o jornalista Roberto Marinho, anunciando o veto. Surgiram manifestos de artistas e debates no Parlamento. Até mesmo uma portaria do Ministério da Justiça veio à tona, avaliando que a telenovela poderia ser “de um lado valioso instrumento de educação, e de outro, meio eficaz de deturpação de valores éticos da sociedade”, requerendo, portanto uma regulamentação específica. A argumentação era que a legislação da censura vigente era antiga, de 1946, anterior à televisão e à telenovela, necessitando por isso de uma atualização. Exigia-se assim censura prévia do texto integral e gravação de todos os capítulos, estabelecendo-se proibições relativas ao uso de drogas, exploração do sexo, pregando-se ainda o “respeito às tradições e valores da nossa civilização”.

Mesmo assim, diversos foram os temas delicados abordados por autores e diretores. Em recente entrevista ao jornal O Globo, o escritor Alcides Nogueira, responsável pela adaptação de O Astro, exibida originalmente em 1978, disse sobre Janete Clair, autora da primeira versão: “Estreei a minha primeira peça no mesmo ano, e logo recebi um telegrama de censura para todo o território nacional. Assistia à novela de Janete e ficava espantado em ver como ela conseguia contar essa história debaixo de uma censura tão rigorosa. Ela era esperta e conseguia driblar. Colocou o cotidiano brasileiro na tela através de uma figura que simboliza a maracutaia.”. Inteligentemente, Janete transportou para um conglomerado de supermercados a crítica política que queria fazer. 

Seu marido na época, o também autor Dias Gomes, conseguiu em sua primeira novela, Verão Vermelho (1970), a proeza de denunciar o preconceito racial e social, tratando de questões polêmicas como a reforma agrária e o divórcio, ainda não legalizado na época. Ainda em Bandeira 2 (1971) e O Bem Amado (1973), baseada na peça teatral Odorico, o Bem Amado e os mistérios do amor e da morte, vemos circular em suas histórias temáticas e personagens como: o preconceito de cor, coronelismo, dinheiro como força corruptora, celibato de padres, hipocrisia da Zona Sul carioca, retirantes e marginais do jogo do bicho e contrabando.

Cabe ressaltar que o realismo concebido pelos autores neste período, visa responder a uma questão central: como retratar, criticar e discutir a realidade brasileira? A resposta marcou várias das sinopses apresentadas pela TV Globo, como a de Jorge Andrade para a novela O Grito, em 1975: “A vida de São Paulo, nas suas vinte e quatro horas de correria, poluição, gente se esbarrando e nem sentindo, solidão, superpopulação e potencialidades. A novela é o retrato desta realidade. O Grito é a metrópole. Os problemas mais urgentes nas grandes cidades estão particularizados em São Paulo”.

Mas engana-se quem acha que tudo foram flores ou que o caso de Roque Santeiro é um caso isolado. A Globo, sempre apontada como cúmplice e protegida do regime militar, teve várias novelas “amputadas” pela censura, durante e depois da ditadura. Alguns casos merecem atenção, seja pela seriedade ou pela curiosidade da situação.

A própria Janete Clair, chamada de esperta por Alcides, não teve a mesma sorte sempre. Em O Homem que deve morrer (1971), Janete Clair pretendia criar para o personagem principal uma trajetória de vida semelhante à de Jesus Cristo, mas o argumento foi considerado impróprio pela Censura Federal, e os scripts dos dez primeiros capítulos foram vetados. Em Fogo sobre Terra (1974), novela que já havia sido vetada um ano antes (criando a novela Semideus como tapa-buraco), continuou sofrendo cortes durante a exibição. A censura exigiu mudanças no enredo por causa dos capítulos em que Pedro Azulão (Juca de Oliveira) conclamava o povo a pegar em armas para defender a cidade de Divinéia. Numa entrevista, a autora queixava-se da censura: “É preciso dizer que não tem sido fácil escrever Fogo sobre Terra. Por vezes o telespectador deve ter achado um capítulo sem nexo, truncado, e deve ter imaginado que eu enlouqueci...”.

Em Duas Vidas (1976) novamente volta a travar uma luta com a censura por causa de um romance entre uma mulher mais velha e um jovem e principalmente pelo pano de fundo da história: a desapropriação de uma rua no bairro do Catete, no Rio, para a construção de uma linha do metrô. Era uma obra do governo federal, e não podia ser criticada na televisão. A autora chegou a escrever uma carta à Divisão de Censura e Diversões Públicas do Departamento de Polícia Federal onde dizia: “Quem lhe escreve é uma escritora perplexa e desorientada (...) Não apenas pela drástica mutilação da obra que venho realizando, como também diante do incompreensível critério que orienta a ação dos censores...”. Até em sua última novela das oito, Sétimo Sentido (1982), sofreu desde seu primeiro capítulo diversos cortes impostos pela censura.

Glória Pires e Raul Cortez
em "Partido Alto", de 1984
O mesmo Dias Gomes, autor de Roque Santeiro, teve sério problemas também em Bandeira 2, exatamente por ter como protagonista um bicheiro. A censura exigiu que o autor “matasse” Tucão (Paulo Gracindo), personagem que tinha grande aceitação do público. Assim como em Partido Alto (1984), novela de Aguinaldo Silva e Glória Perez, onde a censura – que já havia proibido a menção às atividades ilegais do bicheiro Célio Cruz (Raul Cortez) e imposto uma mudança de rumo no enredo – interferiu no último capítulo, que foi modificado: o bicheiro e seu cúmplice Reginaldo (Milton Gonçalves) não fogem para Europa. No texto reescrito, Célio insinua que a história não está encerrada e indaga ao policial que o prende: “Ainda é possível dialogar?”.

Nas novelas O Casarão (1976) e Transas e Caretas (1984), ambas  de Lauro Cesar Muniz, o problema foi a “infidelidade feminina”. Na primeira, uma das tramas paralelas era o triangulo amoroso formado por Lina (Renata Sorrah), Estevão (Armando Bogus) e Jarbas (Paulo José) e na segunda Aracy Balabanian interpretava uma mulher casada e com filhos que se apaixona por outro homem. Ambas as histórias foram prejudicadas pelas imposições da censura, que não permitia o adultério feminino em novelas.

Rubens de Falco e Lucélia Santos
em "Escrava Isaura"
Até a adaptação de uma obra romântica escrita no século XIX sofreu cortes. Em Escrava Isaura (1976), Gilberto Braga foi proibido de usar a palavra “escravo” no texto. A solução encontrada pelo autor foi substituí-la pelo termo “peça”. Nos capítulos finais da minissérie Anos Rebeldes (1992), Gilberto reproduz esse encontro através do personagem Galeno (Pedro Cardoso). Outro fato curioso aconteceu em Escalada (1975), onde apesar das referências à construção de Brasília, onde foram gravados os últimos capítulos, o nome do presidente Juscelino Kubitschek não era mencionado por imposição dos censores.

Mesmo com o fim da ditadura militar em 1985, casos famosos de veto são constatados em algumas novelas, como por exemplo, Mandala (1987), de Cassiano Gabus Mendes, que teve vários problemas com a Censura Federal, chegando a vetar a sinopse sob a alegação de que novela tratava de temas impróprios para o horário das 20h30, como incesto, uso de drogas e bissexualidade. Só foi liberada depois que a Rede Globo comprometeu-se a fazer modificações no original. Posteriormente, a censura voltou a atuar, proibindo um beijo entre Jocasta (Vera Fischer) e Édipo (Felipe Camargo), considerando a cena agressiva aos telespectadores. Porém, como os personagens desconheciam sua condição de mãe e filho, a cena foi finalmente liberada. A novela tinha de início forte conotação política, que também teve de ser atenuada. 

Até Vale Tudo (1988), que tratou de forma direta e crua problemas sociais muito sérios, enfrentou problemas. Vários diálogos entre as personagens Laís (Cristina Prochaska) e Cecília (Lala Deheinzelin) tiveram que ser reescritos depois que foi vetada a cena em que as duas contavam a uma amiga sobre os preconceitos de que eram vítimas por causa de seu relacionamento. Inclusive, o mais recente exemplo de censura discutido amplamente, é sobre a exibição do tão esperado primeiro beijo gay em telenovelas. Em 2005, na novela América de Glória Perez, criou-se uma grande expectativa em torno do último capítulo, em que aconteceria um beijo homossexual masculino entre os personagens Junior (Bruno Gagliasso) e Zeca (Eron Cordeiro). O capítulo bateu recorde de audiência, mas para frustração de muitos, a cena, que foi escrita e gravada, não foi apresentada.

Deixei para o fim desse o texto o caso, que em minha opinião, foi a maior rasteira passada pela Censura Federal na poderosa Rede Globo. Um ano e três meses após proibir Roque Santeiro como subversiva, a censura fez o mesmo com Despedida de Casado, novela de Walter George Durst, por considerá-la também “atentatória aos bons costumes”. Praticamente todo o elenco foi aproveitado na nova produção do horário, Nina, também escrita por Walter. O depoimento de Walter Clark, diretor geral da TV Globo na época, sobre esse período é interessante: “Nos meus últimos três anos de Globo, minha vida foi de presidente de TV norte-americana, especialmente pelos contatos com o governo, que ameaçava o tempo todo com a censura. Tivemos problemas com a censura em duas novelas: “Despedida de Casado” e “Roque Santeiro” que, gravadas parcialmente, com chamadas no ar, não foram levadas ao público, com grande prejuízo. “Despedida de Casado”, do Durst, tinha até acessória técnica do psicanalista Gaiarsa. Mas nada disso comoveu a censura que via nela pura dissolução dos costumes”.

Mesmo no interior desse espaço ocupado pela telenovela, delimitado pelo interesse do Estado e da indústria cultural, vemos que as tensões e os conflitos se manifestaram. A face repressiva da censura colide até com a proposta mercadológica da TV Globo, que enfrentou o mesmo gosto amargo das intimidações, das impossibilidades que todo mundo sentiu: imprensa, rádio, televisão, as artes, a universidade, a cultura.

Por 
Rafael Delfino Tupinambá

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

AUDIÊNCIA FIEL E APAIXONADA


Roque Santeiro é o maior sucesso da Globo nos últimos anos, conquistando um público fiel e apaixonado. Os teatros, em São Paulo, atrasaram em meia hora o início do espetáculo e centenas de pessoas passaram a jantar mais cedo, não atendem o telefone antes das 21h15min e só marcam encontro depois da novela.

"Assisto Roque Santeiro todos os dias. É uma coisa tão vívida, rara de se ver no cinema brasileiro. Está muito bem-feita, tudo funciona e está tão certo. Adoro isso". (Caetano Veloso)

"Só marco meus horários depois da novela, mas acho que todo o Brasil faz o mesmo. Ontem, por exemplo, fui ver Chico Anísio na segunda sessão só para não perder o título". (Clóvis Bornay)

"Se o nosso jantar coincidisse com o horário da novela, certamente teríamos feito uma adaptação nos hábitos domésticos. Roque Santeiro é um evento tanto na televisão quanto na carreira de Dias Gomes. É um retrato fiel de nosso país". (Antônio Houaiss)

"Vejo sempre a novela e, quando não posso ficar em casa, leio no dia seguinte o resumo no jornal. E uma das melhores novelas da televisão brasileira. O Paulo Gracindo, que achei incrível como o prefeito de O Bem Amado, está impagável". (Jorginho Guinle) . "A novela é ótima. Com sua verve, Dias Gomes contaminou a sociedade brasileira que ri junto com ele da Velha República. Roque Santeiro é a catarse da Nova República. Antecipei a hora do jantar para não perder os capítulos e participar desse, riso geral". (Carlos Sant'Anna, diretor da área de comercialização da Petrobrás)


ABC DO SANTEIRO


Enquete


Fafá de Belém é a predileta para os leitores do blog. A música Coração Aprendiz, tema de Tânia e Roberto Mathias foi escolhida por 33% dos leitores como a melhor música do LP Roque Santeiro Nacional.


Em segundo lugar, com 26%, Roque Santeiro de Sá & Guarabira. Logo abaixo, com 23% vem Dona do Roupa Nova, tema de Porcina. Empatados no 4º lugar, com 9% vem De Volta pro Aconchego, composição de Dominguinhos na voz de Elba Ramalho, tema de Roque e Sem Pecado e Sem Juízo de Baby Consuelo, tema de Linda Bastos.

Assista o Capítulo 34 exibido nesta sexta-feira





sexta-feira, 2 de setembro de 2011

MALTA FAZ ROQUE COMO PRISIONEIRO



Sinhozinho Malta (Lima Duarte) ainda não sabe o que fazer com a volta de Roque (José Wilker). O ex-sacristão até faz um discurso apaixonado sobre seu desejo de fazer bem à cidade de Asa Branca, mas nem isso amolece o coração do coronel.

Depois de não chegar a conclusão alguma, o coronel, o prefeito e o vigário vão embora, mas Malta deixa uma última ordem a Rodésio (Toni Tornardo) antes de partir: Roque não deve ir a lugar algum. 

Ordem dada, ordem obedecida. Com a desculpa de ir comprar cigarros, Roque acaba barrado pelo empregado de Porcina (Regina Duarte) que acaba dizendo qual foi a recomendação do coronel. Roque fica bastante furioso chamando imediatamente a "viúva" para reclamar seus direitos de ir e vir. 


Não perca as emoções de Roque Santeiro!


ABC DO SANTEIRO


Continue votando na enquete e escolha a melhor música do LP Roque Santeiro Nacional. Para tirar suas dúvidas, acesse Trilha Sonora.

Leia o texto de Rafael Delfino Tupinambá, colaborador do blog, sobre a censura contra as novelas na época da ditadura. Em Além de Asa Branca.

O capítulo de hoje promete um divertido embate entre Rosali (Isis de Oliveira) e Ninon (Cláudia Raia) contra Mocinha (Lucinha Lins). A recatada filha do prefeito vai à barbearia e acaba destilando toda a sua indignação contra as moças da boate Sexus. Enquanto Mocinha as chama de piranha, as dançarinas devolvem o xingamento chamando a ex-noiva de Roque de viúva virgem. O clima vai esquentar!

Assista o capítulo 33 exibido nesta quinta-feira





quinta-feira, 1 de setembro de 2011

MOCINHA FAZ QUEIXA NA DELEGACIA CONTRA ZÉ DAS MEDALHAS


Zé das Medalhas (Armando Bógus) conseguiu pegar a imagem feita por Roque Santeiro  (José Wilker) escondido de sua ex-noiva, Mocinha (Lucinha Lins). A peça única acabou se transformando em centenas pelas mãos dos artesãos contratados pelo comerciante para copiá-la.

Assim que Zé coloca as peças à venda, a recatada moça descobre e percebe o ocorrido e vai imediatamente até a delegacia. 

Ao chegar no distrito, o delegado está com seu figurino de Navalhada, mas isso não impede que a irritada filha do prefeito diga qual é seu objetivo: quer prestar queixa contra Zé das Medalhas. 

Será que o marido de Lulu (Cássia Kiss) vai ser enquadrado nos rigores da lei? Não perca as aventuras de Roque Santeiro.

ABC DO SANTEIRO

A novela Roque Santeiro, de Dias Gomes, alcançou esta semana 85 pontos no Ibope em São Paulo. Foi o maior índice de audiência alcançado pela TV Globo de São Paulo em toda a sua história. A marca supera mesmo a cobertura da chegada do homem à Lua e as transmissões dos jogos das Copas do Mundo.

Em Brasília, o Presidente José Sarney confessou ao ator Paulo Gracindo que Roque Santeiro é hoje seu programa de cabeceira.

Em 27/07/1985 - Jornal O Globo

Assista o Capítulo 32 exibido nesta quarta-feira